Terra como teto-piso e parede

Argila, areia e pedras locais foram utilizadas para construir o mais extenso muro de terra da Austrália

Primeira casa sustentável, bio-saudável e inteligente do Brasil

Casa que segue padrão europeu é 25% mais barata, resiste a tremores e fica pronta em 6 dias

O que é um projeto sustentável?

Descubra o conceito desse tipo de projeto e no que ele está pautado para melhorar a qualidade de vida das pessoas

Cinco projetos sustentáveis recomendados pela ONU

Veja aqui os cinco casos citados pelo parecer das Nações Unidas como recomendação para implementação mundial

'Casa positiva' na Austrália produz mais energia do que consome

Ao longo de sua vida útil, imóvel será capaz de oferecer os mesmos benefícios ambientais que seis mil árvores nativas australianas

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Terra como teto-piso e parede

Texto adaptado de Igor Leal.

ARGILA, AREIA E PEDRAS LOCAIS FORAM UTILIZADAS PARA CONSTRUIR O MAIS EXTENSO MURO DE TERRA DA AUSTRÁLIA.






A principal e mais básica premissa da arquitetura regional ou vernacular é a integração da edificação construída com seu local de implantação. Essa integração implica em pelo menos três fatores fundamentais: respeito à cultura e regionalidade locais; adaptação da edificação ao entorno existente, natural e construído; e a escolha por materiais existentes no local. Nos conceitos do bioclimatismo, é preciso buscar alternativas que ofereçam melhor adaptação ao clima local e suas características naturais proporcionando conforto ambiental de maneira eficiente. Pode ser considerada sustentável, a arquitetura que engloba esses fatores e oferece soluções viáveis de construção com menor impacto socioambiental.

Seguindo os conceitos do regionalismo, o escritório australiano Luigi Rosselli Architects desenvolveu um projeto que se integra completamente a paisagem de dunas do noroeste da Austrália. Cercado por um solo vermelho rico em argila e areia, o edifício utilizou o que existia em maior quantidade na região como principal material construtivo.



"PARA MIM, A PRIMEIRA E PRIMORDIAL ARQUITETURA É A GEOGRAFIA."
– PAULO MENDES DA ROCHA



Sua localização em uma região remota e o clima subtropical foram os aspectos que direcionaram todas as decisões do projeto. Logo na concepção foi preciso selecionar um material que proporcionasse proteção ao clima adverso e depois de diversos estudos e simulações, foi o próprio solo do terreno que ofereceu a melhor massa térmica. Além dos aspectos climáticos, não foi preciso importar materiais.

Considerado o muro de terra mais extenso da Austrália e possivelmente do Hemisfério sul, O ‘The Great Wall of WA’ (A grande muralha da Austrália) foi concebido como uma operação topográfica, na qual, tetos também funcionam como pisos. Com 230 metros de extensão, o muro de terra serpenteia o terreno criando doze residências que funcionam como alojamentos temporários em uma fazenda. Paredes, tetos e piso foram feitos com o mesmo material, aplicado com uma espessura de 45 cm aumentando ainda mais a capacidade dos ambientes internos de se manterem frescos. Terra, argila, pedras e seixos encontrados no local formaram a paleta de materiais que compõe todas as edificações.



Em entrevista ao site Archdaily, o arquiteto responsável pelo projeto, Luigi Rosselli, contou suas inspirações e influências na seleção de materiais para o projeto:


“A paisagem do noroeste australiano, com o seu solo rico em minério de ferro e areia, e as restrições ambientais e climáticas adversas, serviram como uma grande inspiração para a concepção do projeto. A localização remota e isolada do terreno também exigiu uma solução prática de materiais utilizados. O muro é composto de argila rica em ferro, areia, que é uma característica dominante do local, e seixos e cascalho que foram extraídos do leito do rio nas proximidades. A laje também contém cascalhos e agregados do rio local, que emprestam uma cor avermelhada à sua superfície polida. Neste clima quente e duro, usar terra fez todo o sentido. O componente de argila da parede tem características higroscópicas, e o fluxo de ar ao longo da parede atrai a umidade a partir dele através da evaporação. Este arrefecimento por evaporação reduz a temperatura da parede da mesma maneira que o suor arrefece o corpo.”

No terreno existem, além dos alojamentos, um pavilhão multifuncional, uma capela e um espaço para reuniões. O desenho do muro serve para aumentar a privacidade de cada residência e permitir uma visão comum da paisagem a todos os hóspedes. As varandas cobertas protegem a sala envidraçada da insolação direta e convidam o usuário a apreciar uma brisa fresca do lado de fora. A vegetação de origem local que ornamenta os espaços construídos integra ainda mais entorno e edificação.

A grande muralha teve sua arquitetura reconhecida sendo indicada como finalista aos prêmio do Australian Institute of Architects.

Confira mais imagens aqui:











Fonte do texto: 
Site Arquitetura Sustentável

Fonte das imagens: Site Arquitetura Sustentável

Fotografia: Edward Birch


quarta-feira, 16 de março de 2016

Primeira casa sustentável, bio-saudável e inteligente do Brasil

Texto adaptado do Portal Correio do Estado:



Casa que segue padrão europeu é 25% mais barata,
resiste a tremores e fica pronta em 6 dias.


Capaz de resistir a tremores de 9 graus na escala Richter e a ventos de até 300 km/h, o projeto da casa é como qualquer outro. O que chama atenção é a forma como a construção é desenvolvida. Sabe a teoria de tijolo em cima de tijolo? Esqueça. Com padrão europeu, a primeira casa sustentável, bio-saudável e inteligente do Brasil foi "montada" em Campo Grande em apenas seis dias e com o uso da nanotecnologia. O empreendimento foi construído com foco em três fatores: água, ar e energia

Uma casa resistente a terremotos não chama tanta atenção no Brasil, afinal, o fenômeno é raro no país, que está localizado no centro de uma das grandes placas que compõem a superfície terrestre. O fato é que o imóvel extremamente forte também fica 25% mais barato que as casas tradicionais. Quem não gosta de uma economia?

A ideia de trazer a inovação ao Brasil surgiu com base na deficiência que o país apresenta em relação a habitação. Kleber Karru, que morou na Espanha por sete anos, conheceu o morador de lá, Eugen Fudulu, e há três anos decidiram investir no projeto. Em parceria com o laboratório europeu Open MS, que se baseia na nanotecnologia.

Os componentes da casa são feitos em uma máquina, que não desperdiça material e com apenas quatro funcionários tira o projeto do papel em menos de uma semana. É importante ressaltar que a casa fica pronta em seis dias, depois que o radier (alicerce) está pronto. O modelo também é usado para casas de luxo e até edifícios.

Montagem da estrutura

Estruturas reforçadas


 As paredes recebem isolamento térmico e acústico, com espuma e fios de vidro, por dentro e por fora. Dessa forma a casa mantém uma temperatura agradável, sendo dispensado o uso de ar condicionado. O material também é resistente a fogo, água e cupim. 


Isolamento acústico interno

Isolamento acústico externo

Camadas da parede pronta


Depois da estrutura montada pela máquina e a montagem realizada, o acabamento final pode ser feito da forma desejada, com azulejo, látex, textura ou grafiato.

Homens trabalham no acabamento interno


Revestimento com madeira


O projeto busca parceria com o Governo Estadual para que as casas de alta qualidade e baixo valor cheguem a população menos favorecida. Para os modelos de habitações populares, os sócios projetam entregar 30 casas por mês, ou seja uma casa por dia. A ação também resultaria em geração de empregos. 

"Isso poderia acontecer pois o número de pessoas trabalhando aumentaria. Com equipes de trabalho, divididas por funções, fazemos uma casa por dia. Neste caso, uma equipe faria o radier, outra montaria a estrutura e outra seria responsáveis pelo revestimento e acabamento final", diz Kleber Karru.

Com foco na água, ar e energia, Karru explica que o purificador instalado no cavalete da rua é capaz de retirar impurezas da água antes que ela chegue na torneira da residência. Assim como o aparelho de ar, que retira todas as bactérias do ambiente, e a economia evidente com a energia solar. "A casa é entregue pronta para morar de forma saudável e digna", diz.

O Portal Correio do Estado visitou a casa mais inteligente do Brasil, antes da finalização (fotos). Mas o imóvel será inaugurado e aberto ao público com jardim e móveis decorados, na próxima segunda-feira (16/03/2016), a partir das 10 horas, na Rua Vista Alegre esquina com a Inácio de Souza. A casa é apenas um modelo, já que as unidades para venda estarão disponíveis, quando a fábrica for instalada no Brasil, em abril de 2016.

Casa modelo foi montada em Campo Grande, MS



Essa novidade demonstra um ganho para a arquitetura produzida no país. Utilização de tecnologia importada, barateamento do custo da construção e eficiência energética promovem a sustentabilidade nesse novo modelo de casa, que se, realmente, for adotada como modelo de habitação popular pelo governo, pode gerar diversos benefícios para a comunidade e para nosso sistema de construção.




Fonte do texto: Portal Correio do Estado

Fonte das imagens: Portal Correio do Estado

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

O que é um projeto sustentável?




Hoje os edifícios são os principais responsáveis pelos impactos causados à natureza, pois consomem mais da metade de toda a energia usada nos países desenvolvidos e produzem mais da metade de todos os gases que vem modificando o clima. 

O projeto de arquitetura sustentável contesta a ideia do edifício como obra de arte e o compreende como parte do habitat vivo, estreitamente ligado ao sítio, à sociedade, ao clima, a região e ao planeta. Também se compromete a difundir maneiras de construir com menor impacto ambiental e maiores ganhos sociais, sem contudo, ser inviável economicamente. 

A elaboração de um projeto de arquitetura na busca por uma maior sustentabilidade deve considerar todo o ciclo de vida da edificação, incluindo seu uso, manutenção e sua reciclagem ou demolição. O caminho para a sustentabilidade não é único e muito menos possui receitas, e sim depende do conhecimento e da criatividade de cada parte envolvida. 

“É extremamente importante que o profissional tenha em mente que todas as soluções encontradas não são perfeitas, sendo apenas uma tentativa de busca em direção a uma arquitetura mais sustentável. Com o avanço tecnológico, sempre surgirão novas soluções mais eficientes.” (YEANG,1999) 

Veja recomendações básicas para projeto de arquitetura sustentável segundo a AsBEA (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura)


• Avaliação do impacto sobre o meio em toda e qualquer decisão, buscando evitar danos ao meio ambiente, considerando o ar, a água, o solo, a flora, a fauna e o ecossistema; 

• Implantação e análise do entorno; 

• Seleção de materiais atóxicos, recicláveis e reutilizáveis; 

• Minimização e redução de resíduos; 

• Valorização da inteligência nas edificações para otimizar o uso; 

• Promoção da eficiência energética com ênfase em fontes alternativas; 

• Redução do consumo de água; 

• Promoção da qualidade ambiental interna; 

• Uso de arquitetura bioclimática. 


Quais as Vantagens de um projeto sustentável?

O projeto sustentável, por ser interdisciplinar e ter premissas mais abrangentes, garante maior cuidado com as soluções propostas, tanto do ponto de vista ambiental quanto dos aspectos sociais, culturais e econômicos. 

O resultado final dessa nova arquitetura ecológica, verde e sustentável, proporciona grande vantagem para seus consumidores. Quem não quer ter uma casa saudável, clara, termicamente confortável e que gaste menos água e energia? 

A casa ecológica, além de beneficiar o meio ambiente, garante o bem estar de seu usuário (faz bem para a saúde, para o bolso e para o planeta). 

Já a prática da arquitetura sustentável em empreendimentos imobiliários pode ser ainda mais vantajosa, uma oportunidade que não pode ser desperdiçada. Esse nicho de mercado é hoje um diferencial, mas no futuro se transformará em requisito, pois está dentro da necessidade urgente de melhores indicativos de qualidade de vida. 

Os principais benefícios da aplicação desse conceito são: 


• Redução dos custos de investimento e de operação; 

• Imagem, diferenciação e valorização do produto; 

• Redução dos riscos; 

• Mais produtividade e saúde do usuário; 

• Novas oportunidades de negócios; 

• Satisfação de fazer a coisa certa. 





Fonte da imagem: Karla Cunha



quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Cinco projetos sustentáveis recomendados pela ONU



Por Constanza Martínez Gaete via Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil.




Semana passada, a ONU, através de seu Programa para o Meio Ambiente, publicou um informe sobre a necessidade de se desenvolver infraestruturas sustentáveis nas cidades. Os resultados mostraram que infraestruturas “inteligentes” dispostas em zonas urbanas trazem benefícios econômicos e ambientais. No obstante, a parte mais interessante do informe é a descrição detalhada de 30 projetos de várias partes do mundo com modelos e sistemas que podem ser imitados. Vários destes casos estão centrados em inovações que ultimamente tem chamado atenção, tais como o exitoso teleférico em Medelín, a conversão de uma rodovia urbana em parque para pedestres em Seul, e a preocupação com o clima em Portand. Mas existem outras ideias que vale a pena conhecer melhor.

A seguir, são apresentados os cinco casos citados pelo parecer da ONU:


Masdar : A cidade “carbono zero” no deserto.



No sul de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, estão sendo construída Masdar, uma cidade que não emitirá emissões de carbono, de modo a compensar as emissões causadas pela exploração de combustíveis fósseis que ocorre na região. Os edifícios serão envoltos por painéis solares e serão implantados na angulação mais eficiente para  captar a energia do vento. O sistema de transporte será em vias exclusivas para veículos particulares que funcionarão com energia elétrica. A água pode ser reciclada e os resíduos serão utilizados como fertilizante e fontes de energia.




Frente a todos estes benefícios que outorgaria a cidade, críticos duvidam das ambições do projeto e seu verdadeiro impacto ambiental, uma vez que consideram a ideia “muito enigmática”. No entanto, o relatório da ONU considera Masdar "um exemplo de como garantir  o investimento em uma visão sustentável".




Lagos: Vias exclusivas para ônibus públicos 



Lagos, na Nigéria, pode ser uma das maiores novas cidades da África, apesar de até há pouco tempo atrás não contar com um sistema de transporte organizado. Em resposta, as autoridades colocaram em prática o sistema “BRT-Lite”, com o propósito de diminuir o trânsito e proporcionar um modo de transporte alternativo aos às classes mais pobres. Devido ao orçamento que não permitia construir pistas exclusivas para os ônibus, os projetistas utilizaram marcações sobre as pistas existentes para oferecer ao menos alguma diferenciação entre as diferentes vias. De acordo com o informe, estima-se que o sistema “BRT-Lite” transporta cerca de 25% dos passageiros da cidade em apenas 4% do número total de veículos.

Växjö: Livre de combustíveis fósseis



Växjö, uma cidade com 82.000 habitantes no sul da Suécia, começou em 1996 um programa livre de combustíveis fósseis cujo objetivo é eliminar as emissões deste tipo de combustível até 2030.  A iniciativa conseguiu teve muita aceitação quanto à calefação das casas, tendo em vista que há alguns anos atrás a cidade subsidiou a conversão dos edifícios antigos aquecidos com combustíveis de petróleo para o sistema que utiliza biomassa. Hoje em dia, cerca de 90% do combustível para calefação vem da combustão de madeira. No entanto, as emissões do transporte foram mais que um desafio, segundo o informe da ONU. Enquanto que as autoridades da cidade trataram de persuadir os habitantes a adquirir carros de baixo consumo – oferecendo subsídios de compra e estacionamento gratuito – o objetivo é que os habitantes optem pelo transporte coletivo.

Curitiba: Incentivos para reciclagem



A cidade de Curitiba é conhecida por seu sistema de ônibus com vias exclusivas, mas algumas de suas medidas de sustentabilidade mais impressionantes foram originadas em programas de gestão de resíduos. Grande parte deste êxito se deve ao fato da comunidade ter recebido incentivos para reciclar, já que as autoridades entregaram passagens de ônibus em troca de bolsas de resíduos, produtos de hortifruti e materiais para reciclagem. Ao centrar as campanhas de publicidade nas crianças, a cidade espera fomentar a conservação no futuro. Embora ainda haja um problema com catadores de lixo informais, estas iniciativas de gestão de resíduos estenderam consideravelmente a vida dos aterros em Curitiba.

Bangkok: As mudanças no trânsito



Após a construção da sua primeira rodovia em 1981, Bangkok descobriu a lei fundamental do trânsito nas estradas: mais quilômetros destas significam mais tráfego. Finalmente, depois de anos de luta contra o problema, a capital da Tailândia passou a adotar um sistema de metrô, que no final de 2011 já havia meio milhão de passageiros diários e quatro linhas em construção. As residências se deslocaram juntamente com o transporte, segundo informe da ONU, cada vez mais voltado às camadas populares. A transição não é um completo êxito, mas a importância do transporte público para o futuro da cidade é mais clara que nunca.





Texto retirado e adaptado de: Archdaily Brasil

Fonte das imagens: Archdaily Brasil



terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

'Casa positiva' na Austrália produz mais energia do que consome

Texto adaptado do portal GNT:




Uma casa que não só reaproveita a energia que gasta, como também produz mais do que consome. Assim é a primeira residência modular 100% 'positiva' e com desperdício zero construída em Merlbourne, na Austrália, pelo escritório de arquitetura Archiblox.

Esse modelo pioneiro de residência está em exposição para o público na maior praça da cidade. Ao longo de sua vida útil, espera-se que a casa seja responsável por criar os mesmos benefícios ambientais que seis mil árvores nativas australianas juntas.

Em comunicado à imprensa, o escritório de arquitetura disse que as "casas positivas" 'farão contribuições significativas para a sociedade, por lidarem com o aumento das emissões de carbono e com os altos níveis de energia embutidos na construção de uma casa comum". 




Exemplo de sustentabilidade: um dos ambientes do imóvel, que fica virado para o norte, cria um bolsão de ar quente para isolar os interiores durante o inverno, mas também proteger os espaços principais de luz solar durante o verão. Isso cria um clima agradável na casa durante o ano inteiro.




A casa foi projetada para aproveitar a energia solar através de uma série de painéis montados no telhado. Reciclagem de água da chuva também faz parte do projeto de sustentabilidade, o que reduz o consumo de água.




Na parte de trás da casa, as paredes são decoradas com vasos de plantas que os moradores podem usar como hortas.




O teto da casa também é coberto por plantas que ajudam a regular o clima dentro e ao redor do imóvel.




Como já era de se esperar, todo o mobiliário da casa é feito com madeira ecológica e certificada.



Isso mostra um grande avanço em termos de sustentabilidade uma vez que não só devolve, mas amplia a quantidade de energia devolvida a natureza. Um grande passo para a preservação do planeta que já sofre com os excessos provocados pela degradação humana. Por ser uma habitação modular, isso torna ainda mais fácil sua produção e potencializa os benefícios que poderá trazer esse novo modelo.



Fonte do texto: GNT

Fonte das imagens: GNT


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